Due diligence sem planilha de Q&A, sem cópia paralela e sem “quem trocou este arquivo?”
O acervo entra uma vez na biblioteca da sua empresa e alimenta quantas negociações forem precisas — sem recomeçar do zero a cada comprador, e sem uma negociação enxergar a outra. Cada abertura de documento fica registrada, com quem, quando e qual versão.
Já é cliente? O acesso é o mesmo de sempre — sessão única, sem novo login a cada documento.
O problema
A due diligence de hoje roda em e-mail, Excel e pasta compartilhada
Não é falta de cuidado — é falta de ferramenta. Seis coisas quebram sempre, e sempre pelo mesmo motivo: o processo depende de disciplina humana num momento em que ninguém tem folga para ela.
A guerra de status no Excel
Comprador e vendedor editam a mesma coluna, cada um com a sua leitura de “resolvido”. Ninguém confia no que a planilha diz, e a reconciliação vira reunião.
A pergunta que some
O vendedor marca um item como concluído e filtra pelos abertos. A pergunta desaparece da vista dele — mas o comprador nunca a considerou respondida. Ela não foi respondida: foi perdida.
A troca sem rastro
Uma planilha é substituída por outra e o histórico se perde. Meses depois, ninguém consegue dizer qual versão o comprador leu quando formou o preço.
Login a cada arquivo
Data rooms restritos pedem reautenticação por documento. O assessor gasta a hora que ele cobra do cliente para abrir um PDF, e a hora aparece na fatura.
Duas negociações na mesma pasta
O vendedor negocia com dois compradores, e nenhum pode saber do outro. Em pasta compartilhada isso depende de disciplina humana — que falha justamente quando a operação esquenta.
Aviso que ninguém lê
Quem acompanha dezenas de operações recebe notificação de tudo e para de abrir todas. O aviso genérico é pior que o silêncio: cria a ilusão de que a informação foi entregue.
Como funciona
O acervo é seu. A negociação só aponta para ele.
É a diferença estrutural em relação a uma pasta compartilhada, e é o que faz todo o resto funcionar.
O mesmo documento pode estar nas duas — e sair de uma sem sair da outra. Nunca houve cópia: cada prateleira aponta para o arquivo que continua sendo seu.
1
Sua biblioteca, organizada uma vez
Cada empresa tem o próprio acervo, com versionamento, busca e metadados. O documento entra, é processado uma vez e fica. Ele não pertence à negociação — pertence a você.
2
Cada negociação monta a prateleira dela
O data room de um deal é feito de vínculos ao seu acervo, nunca de cópias. Reorganizar para o segundo comprador não desmonta o que foi entregue ao primeiro, e nenhum dos dois sabe do outro.
3
Retirar da negociação é retirar de verdade
Revogar um vínculo tira o documento daquele data room na hora. Como nunca houve cópia, não sobra nada do outro lado — e é isso que torna a promessa verificável.
Funcionalidades
O que a plataforma faz — e o que ainda vai fazer
O que está marcado Em breve ainda está em construção e aparece aqui para você saber para onde o produto vai. O resto está no ar.
Biblioteca e data room
O acervo é da sua empresa. Cada negociação aponta para ele, e nunca copia.
Envio em lote arrastando pastas inteiras
Versionamento com histórico: substituir não apaga o anterior, e dá para voltar
Documento do Office convertido para leitura, e digitalização com camada de texto pesquisável
Metadados de base fixa mais os campos que a sua empresa quiser
Revogar o vínculo tira o documento daquele data room — e não sobra cópia do outro lado
Q&A que encerra a guerra de status
A pergunta não pode ser encerrada por quem respondeu. Só quem abriu conclui.
Item preso a um documento, a uma pasta ou a uma empresa alvo
Pergunta ou solicitação de documento — coisas diferentes, que se resolvem diferente
Quem responde sinaliza “respondido, aguardando revisão”; o sinal não fecha nada
Conversa interna do seu lado, invisível para a contraparte
Responder a uma solicitação escolhendo o arquivo da sua biblioteca, com o acesso que você define
Concluído congela o item: nem a tela aceita escrita, nem o servidor
Certidões sem ninguém pedir
Cadastrar a empresa alvo já dispara as certidões usuais para o estado dela.
Catálogo de tipos com regra de aplicabilidade por unidade federativa
Emissão pelos provedores de mercado, com acompanhamento do pedido
Reconciliação automática do que ficou pendente
Excluir a empresa alvo cancela o que ainda está custando dinheiro
Registro de cada ação, com autor e horário
Leitura controlada, sem fricção
Sessão única com segundo fator. Nunca um login novo por documento.
No máximo uma reconfirmação por sessão, e só para o acervo marcado como sensível
Concessão em três camadas que só se estreitam: nenhuma libera o que não recebeu
Somente-tela ou com download, decidido por documento e por pessoa
Marca d’água com o nome e o e-mail de quem está lendo
Registro de quem abriu, quando e qual versão — não só qual documento
Em breve
Análise por inteligência artificial
Cada documento será indexado uma única vez, na entrada — é isso que torna o custo previsível.
Extração de cláusulas relevantes e pontos de atenção
Sinalização automática de risco: prazo vencido, ausência de garantia, passivo
Sumário por documento e por categoria
Comparação inteligente entre duas versões do mesmo arquivo
Busca por sentido, respeitando o que cada pessoa pode ver
A sugestão nunca vira decisão sozinha: nada muda de estado sem alguém confirmar
Em breve
Painéis e relatórios
O aviso vai carregar o achado, e não só o evento — é o que faz alguém abrir.
Relatório de análise, de Q&A e o executivo de fim de processo
Progresso da diligência por categoria, e o que falta chegar
Contingências separadas entre as que se materializaram e as que não
Visão de portfólio acumulada por empresa alvo, ao longo de várias negociações
Resumo periódico para quem acompanha muitas operações de uma vez
Segurança e conformidade
As perguntas que o seu jurídico vai fazer, respondidas antes
Quem vê o quê, o que acontece quando alguém sai, se dá para provar quem abriu o arquivo, e se o outro comprador enxerga alguma coisa.
Segundo fator, e uma sessão só
Entrada com senha e código de aplicativo autenticador, com códigos de recuperação. A partir daí é uma sessão: nenhum arquivo pede login de novo.
Reconfirmação pontual, no acervo sensível
Pasta marcada como sensível pede a identidade de novo — no máximo uma vez por sessão, nunca por documento. É a diferença entre proteger o material crítico e cobrar pedágio a cada clique.
Concessão em três camadas que só estreitam
Quem é dono do documento define o teto. Quem conduz a negociação organiza e pode restringir. O administrador de cada participante distribui entre a gente dele. Nenhuma camada concede o que não recebeu — nem a de administrador.
Marca d’água que identifica quem estava lendo
Nome e e-mail de quem abriu, carimbados na página. Ela dissuade e rastreia — e não impede a fotografia da tela com um celular. Nenhum data room do mercado impede, e dizer o contrário é promessa que não sobrevive à primeira demonstração.
Trilha que o banco recusa alterar
A imutabilidade não é convenção de código: é um gatilho no Postgres que recusa alteração, remoção e limpeza das tabelas de auditoria. Quem abriu, quando e qual versão fica registrado com o autor copiado, para o registro sobreviver à saída da pessoa.
Excluir é sempre lógico
Nada é apagado fisicamente. Documento, versão e item excluídos saem da vista e continuam recuperáveis — e é isso que torna impossível trocar um arquivo por outro sem deixar rastro.
Uma empresa, um espaço separado no banco
Cada empresa tem o próprio schema Postgres. A separação não depende de um filtro que alguém pode esquecer numa consulta: o acervo de uma organização está em outro lugar do banco, não em outra linha da mesma tabela.
Dados pessoais e a LGPD
Retenção de arquivo configurável pela sua empresa, e o direito ao esquecimento tratado por anonimização — o registro do que aconteceu permanece, o dado que identifica a pessoa é substituído por um pseudônimo estável. É a única forma de atender ao esquecimento sem destruir a trilha, e a própria anonimização gera a linha de auditoria dela.
ISO 27001 e SOC 2
A plataforma foi arquitetada para atender a esses padrões desde a primeira linha: segregação por empresa, criptografia em trânsito e em repouso, trilha completa e imutável, exclusão lógica e política de retenção. Ainda não passamos por auditoria de certificação — e preferimos dizer isso a exibir um selo que ninguém emitiu.
Para quem é
Três lugares na mesma mesa, com preocupações diferentes
A empresa não é “compradora” nem “vendedora” no cadastro: ela ocupa uma posição naquela negociação, e pode ocupar a outra na seguinte.
A empresa que está sendo vendida
“Vou abrir minha casa inteira. O que acontece com os meus arquivos depois?”
O acervo é seu e fica no seu espaço. Você decide o que cada negociação enxerga, revoga o que quiser e a revogação é real. Terminada a operação, o que foi organizado continua organizado para a próxima.
A empresa que está comprando
“Vou colocar advogado, auditoria e consultoria para olhar tudo. Como controlo isso?”
Cada assessor entra pelo seu convite, com um teto de acesso que você define e não pode ampliar. Quem abriu o quê fica registrado, com a versão que foi lida — e o Q&A não pode ser encerrado por quem respondeu.
Quem assessora os dois lados
“Quanto do meu tempo vai embora só para abrir arquivo?”
Sessão única com segundo fator. Nada de novo login por documento — no máximo uma reconfirmação por sessão, e só para o acervo marcado como sensível. As suas anotações são suas: a contraparte não as vê.
Perguntas frequentes
O que costumam perguntar antes de decidir
Se a sua pergunta não estiver aqui, ela cabe no formulário logo abaixo.
Preciso instalar alguma coisa?
Não. Tudo funciona no navegador, sem plugin e sem extensão. Documentos do Office são convertidos para leitura dentro da própria plataforma, e arquivos digitalizados ganham camada de texto pesquisável na entrada.
Meus assessores precisam de conta? Isso custa assento?
Precisam de conta, sim — é o que torna possível dizer quem abriu qual documento. A empresa que os convida define quantos assentos distribui e qual é o teto de acesso deles, que eles não podem ampliar.
Consigo tirar um documento da negociação depois de ter compartilhado?
Sim, e a retirada é real. O data room não guarda cópias: ele aponta para o arquivo que continua na sua biblioteca. Revogar esse vínculo tira o documento daquela negociação, e não sobra nada do outro lado. Se houvesse cópia, “retirar da negociação” seria promessa vazia — foi por isso que o desenho recusou cópia desde o começo.
Estou negociando com dois compradores. Um enxerga que o outro existe?
Não. Cada negociação tem o próprio data room, com a própria árvore de pastas e as próprias permissões. Nada em uma delas revela a existência da outra — nem o documento compartilhado com as duas, que aparece para cada lado como se fosse só dele.
Quem vê o quê? Como eu controlo isso?
O acesso é o mínimo entre três concessões que só se estreitam: o dono do documento define o teto, quem conduz a negociação organiza e pode restringir, e o administrador de cada participante distribui entre a equipe dele. Nenhuma camada concede o que não recebeu — nem a de administrador.
Dá para provar quem leu qual documento?
Dá, com a versão. Cada abertura fica registrada com quem, quando e qual versão foi lida — não só qual documento. O registro guarda uma cópia do nome e do e-mail de quem acessou, para sobreviver à saída da pessoa, e o próprio banco recusa alterá-lo.
Quanto custa?
Não temos tabela, e o motivo é que o preço é dimensionado por operação: tamanho do acervo, quantas pessoas acessam, quanto tempo a diligência dura. Escreva pelo formulário desta página descrevendo o caso e devolvemos um orçamento.
E se eu parar de pagar? Perco meus arquivos?
Não. Uma empresa sem plano ativo continua lendo tudo o que é dela — deixa apenas de conduzir negociação nova. Encerrar contrato não apaga nada; a eliminação segue a política de retenção que a sua empresa configurou.
Vocês usam meus documentos para treinar inteligência artificial?
Não. O conteúdo que a sua empresa carrega não alimenta treinamento de modelo, nosso nem de terceiro. Isso está escrito nos termos de uso, e não só aqui.
Vocês são certificados ISO 27001 ou SOC 2?
Ainda não. A plataforma foi arquitetada para atender a esses padrões desde a primeira linha — separação por empresa no banco, criptografia, trilha imutável, exclusão lógica, política de retenção —, mas não passamos por auditoria de certificação. Preferimos dizer isso a exibir um selo que ninguém emitiu.
Contato
Fale com o time
Uma pessoa lê e responde. Não há robô de atendimento nem fila automática.
Suporte
Já usa a plataforma e precisa de ajuda com alguma coisa.
Demonstração
Quer ver funcionando antes de decidir, com um caso parecido com o seu.
Orçamento
A cobrança é dimensionada por operação — tamanho do acervo, quantas pessoas acessam, quanto tempo dura. Por isso não há tabela: o orçamento sai daqui.